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domingo, 28 de outubro de 2012

Por 'direito de amar', Cachoeira terá 12 horas mensais com a mulher

                                                                       
Advogado de Andressa pediu à Justiça que concedesse a ela o "direito de amar"
Foto: Sebastião Nogueira/O Popular/Futura Press

O bicheiro Carlinhos Cachoeira terá o direito a 12 horas mensais para estar com a mulher, Andressa Mendonça. Ela foi beneficiada por uma decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Regição (TRF-1) na segunda-feira, e poderá fazer a visita íntima ao seu marido às quintas-feiras, semana sim, semana não, por seis horas, segundo o advogado dela, Ney Moura Teles. A próxima visita deverá acontecer em 27 de setembro. As informações são do jornal O Globo.
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Segundo o advogado, a mulher do contraventor o procurou para revogar a proibição de ver o seu marido. Teles decidiu por entrar com liminar, recurso mais rápido para esse tipo de ação, em que pediu à Justiça que concedesse a sua cliente o "direito de amar". Andressa seguirá as mesmas regras impostas a outras mulheres que visitam seus maridos no Complexo da Papuda. Ela poderá levar alimentos, por exemplo.
Carlinhos Cachoeira
Acusado de comandar a exploração do jogo ilegal em Goiás, Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, foi preso na Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, em 29 de fevereiro de 2012, oito anos após a divulgação de um vídeo em que Waldomiro Diniz, assessor do então ministro da Casa Civil, José Dirceu, lhe pedia propina. O escândalo culminou na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Bingos e na revelação do suposto esquema de pagamento de parlamentares que ficou conhecido como mensalão.
Escutas telefônicas realizadas durante a investigação da PF apontaram diversos contatos entre Cachoeira e o senador Demóstenes Torres (GO), então líder do DEM no Senado. Ele reagiu dizendo que a violação do seu sigilo telefônico não havia obedecido a critérios legais, confirmou amizade com o bicheiro, mas negou conhecimento e envolvimento nos negócios ilegais de Cachoeira. As denúncias levaram o Psol a representar contra Demóstenes no Conselho de Ética e o DEM a abrir processo para expulsar o senador. O goiano se antecipou e pediu desfiliação da legenda.
Com o vazamento de informações do inquérito, as denúncias começaram a atingir outros políticos, agentes públicos e empresas, o que culminou na abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) mista do Cachoeira. O colegiado ouviu os governadores Agnelo Queiroz (PT), do Distrito Federal, e Marconi Perillo (PSDB), de Goiás, que negaram envolvimento com o grupo do bicheiro. O governador Sérgio Cabral (PMDB), do Rio de Janeiro, escapou de ser convocado. Ele é amigo do empreiteiro Fernando Cavendish, dono da Delta, apontada como parte do esquema de Cachoeira e maior recebedora de recursos do governo federal nos últimos três anos.
Demóstenes passou por processo de cassação por quebra de decoro parlamentar no Conselho de Ética da Casa. Em 11 de julho, o plenário do Senado aprovou, por 56 votos a favor, 19 contra e cinco abstenções, a perda de mandato do goiano. Ele foi o segundo senador cassado pelo voto dos colegas na história do Senado.

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